A origem da gravata é um pouco incerta: alguns dizem que foram os egípcios que usavam o ornamento como forma de proteção espiritual – como uma espécie de amuleto; outros afirmam que ela surgiu na época das guerras do imperador chinês Shih Huang, que usavam uma espécie de cachecol com um nó em volta do pescoço – significando símbolo de status entre as tropas.
Falando de uma época mais recente, imagina-se que os romanos foram os pioneiros no uso da gravata, que usavam algo envolvendo o pescoço e finalizavam com um nó, chamada então de focale. O objetivo principal ao utilizar esse acessório era para aquecer suas gargantas. Pode-se também atribuir a introdução da gravata aos mercenários croatas a serviço da França durante a Guerra dos Trinta Anos. Os pedaços de tecidos – muito similar ao cachecol usado hoje em dia – causou enorme alvoroço pela sociedade parisiense. O material usado variava entre tecidos grosseiros (usados pelos soldados) até o algodão e a seda pura (usado então pelos oficiais). Os franceses se encantaram com o ornamento e deram o nome ao objeto de “cravat”, que significa”croata”. Sendo assim, o rei Luis XIV ordenou que seu alfaiate particular criasse algo semelhante para que pudesse incorporar aos trajes reais.
A criação do rei foi acrescentada de rendas e tiras variadas, como mostra imagem abaixo:

No reinado de Luis XIV tivemos também o início à origem do terno.
Foi a partir dessa época que a gravata começou a ser usada pelos diversos povos e evoluindo em formas e tamanho. Em 1926 a gravata teve sua modelagem feita de forma que se tornasse mais elástica, realizada em 3 partes, dando origem ao modelo que encontramos pelas ruas hoje em dia.
Curiosidade: Para quem gostaria de entender um pouco mais e ver imagens de roupas da época, vale ver o filme “O homem da máscara de ferro”.
Fonte de Pesquisa:
Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gravata
Tieknot: http://www.tieknot.com

















